Felizmente, a obra foi bastante sustentável pelo alto índice de aproveitamento de materiais. Da casinha que foi demolida, por exemplo, os tijolos foram retirados com cuidado e hoje fazem parte dos muros de alvenaria aparente e que deixaram a entrada muito bonita.
Já o madeiramento do antigo telhado pôde ser aproveitado durante a obra, para a construção de fomras de colunas, por exemplo. Algumas vigas maiores e mais resistentes, foram até utilizadas em nosso telhado atual.
O próprio projeto de arquitetura aproveitou o desnível do terreno, criando a garagem no subsolo, o que exigiu pouca movimentação de solo durante as etapas de nivelamento de solo fundações.
Uma grande quantidade de entulho foi se formando durante o levantamento das paredes e colunas e muito desse material acabou preenchendo o contrapiso da garagem. Com isso, descartamos também a necessidade de buscar terra de outras construções, emitindo um pouco menos de CO2.
No terreno havia apenas um pé de laranja bem na área que seria a churrasqueira e que teve de ser cortado. E como iremos montar um jardim de 100m² nos fundos e outro de cerca de 20m² na frente da casa, acho que nisso também teremos um balanço positivo.
Ainda assim, uma montanha de madeiras, tábuas, pontaletes e afins acabou se formando. Na próxima semana um construtor passará na obra para retirar ese material que ele poderá aproveitar em sua própria obra.
Com isso, sobrará apenas o volume de uma caçamba para retirar entulhos. Pelo tamanho da obra, acho que o volume de entulho produzido não foi muto grande.